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Cidades SAÚDE

Departamento de Endemias de Pires do Rio enfrenta dificuldades para combater mosquito Aedes Aegyti

O estado de Goiás teve queda de 53% no número de casos de dengue em relação ao ano passado, mas teme explosão da doença.

07/04/2021 15h05
Por: Rosângela Aguiar
Departamento de Endemias de Pires do Rio enfrenta dificuldades para combater mosquito Aedes Aegyti

Apesar da queda no número de casos de dengue no período de janeiro a março deste ano em relação a 2020, Secretaria Estadual de Saúde alerta para os cuidados com a proliferação do mosquito Aedes Aegyti, transmissor não só da dengue, mas também da Zika e Chikungunya. Em Pires do Rio foram confirmados 15 casos de dengue de janeiro a março, no entanto, o gerente de Endemias do município, Francisco Neto, alerta que existe a possibilidade do vírus tipo 1 pode voltar com mais força, uma vez que há dez anos não é registrado nenhum caso no estado e nem na cidade.

Em Pires do Rio, o Departamento de Endemias tem enfrentado algumas dificuldades de fiscalizar toda a cidade e fazer vistoria para identificar focos do mosquito. “Temos apenas sete funcionários para atender todo o município, em função disso, pedimos que todos verifiquem seus quintais e denunciem quando souber de qualquer caso da doença para que possamos fazer o bloqueio da área”, explica Francisco Neto, gerente do Departamento Municipal de Endemias.

Vários bairros, como Centro, Bancários, JK, Vila Nova, Jardim Goiás 1 e 2, São Francisco, São Sebastião, Dergo, entre outros, não possuem agentes fixos para fazer a vistoria. As denúncias podem ser feitas pelas redes sociais da Gerência de Endemias no facebook.com/endemiaspiresdorio1 e instagram - @endemiaspiresdorio, ou ainda pelo telefone 3461-8485.

Em função do número reduzido de profissionais, o Departamento de Endemias de Pires do Rio está atendendo somente com base nas notificações confirmadas ou suspeitas de caso de dengue, Zika e Chikungunya. “Os agentes vão até o local, fazem a vistoria e com a bomba costal fa\zem a nebulização para acabar com os focos do mosquito Aedes Aegyti”, explica Sebastião Neto.

Ele informa que desde 2016 os carros de fumacê foram desativados pelo Governo Estadual e isto tem dificultado o trabalho no combate ao mosquito transmissor dessas doenças. Quem tiver com suspeita de dengue deve procurar uma unidade de saúde do município para fazer os exames para confirmação da doença, que tem sintomas semelhantes ao da Covid-19, porém causados por vírus diferentes.

 

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